Secretaria de Educação estuda quais unidades receberão alunos da Creche Dona Lili

5/4/2018

A Secretaria Municipal de Educação deverá anunciar, ainda esta semana, quais as unidades do município vão receber os alunos que eram atendidos na Creche Municipal Maria das Dores Almeida Duarte, mais conhecida como Dona Lili, atingida por um incêndio da madrugada desta quinta-feira, dia 5. A medida está sendo tomada com o objetivo de não prejudicar os alunos e as mães que trabalham fora e precisam deixar seus filhos na escola. A creche, localizada no bairro Morada do Contorno, funcionava em horário integral e atendia a 87 crianças com idade entre um e três anos.

 

As investigações sobre as causas do incêndio, que atingiu toda a estrutura física da unidade, principalmente os 26 módulos habitáveis instalados no local em 2015, serão apuradas pela Polícia Civil, onde foi feito o Boletim de Ocorrência. O incêndio foi controlado ainda de madrugada pelo Corpo de Bombeiros. O prefeito Diogo Balieiro Diniz e a secretária de Educação, Rosa Frech, estiveram no local durante toda a madrugada acompanhando os trabalhos.

 

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, não é possível precisar o horário exato do início do incêndio. O que se sabe é que o alarme da unidade, que funcionava com sensor de presença, tocou às 0h38 na empresa responsável pelo monitoramento da unidade, indicando algo estranho na sala 14, onde ficavam armazenados materiais altamente inflamáveis, como colchões e fraldas, entre outros itens. O incêndio provocou perdas patrimoniais, além de toda a documentação dos alunos, mas não houve vítimas. A creche vinha recebendo serviços regulares de manutenção e não havia indícios de problemas na parte elétrica.

 

Módulos habitáveis

 

A Creche Municipal Dona Lili, construída com recursos do Governo Federal, funcionava em módulos habitáveis desde março de 2016, após ter sido interditada em novembro de 2014, por ordem judicial, em função do desabamento de parte de uma laje.

 

Para retomar as atividades na unidade, o poder público municipal à época optou pela utilização dos módulos habitáveis, adquiridos através de um processo licitatório realizado em 2015. A unidade, que conta com 22 servidores públicos, contava com seis salas de aula, um refeitório, sala de direção e secretaria.
 

 

 

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