
Veículo ficou submerso a mais de 5 metros e corpo precisou ser retirado pelos bombeiros
Policiais Civis da 94ª delegacia de polícia de Piraí investigam as causa do acidente, registrado na manhã de hoje (30/03), que resultou na morte do motorista do Fiat Strada Endurance preta, com placa de Guaratinguetá – SP, pertencente à uma empresa de Automóveis. O veículo saiu da pista, na RJ-145, na altura do quilômetro 24, no bairro Ponte de Cimento, e caiu no Rio Piraí.
De acordo com as informações iniciais, o motorista, que estava sozinho, perdeu o controle da direção antes de sair da pista. Durante as investigações policiais, foi constatado que a caminhonete transportava carga de óleo lubrificante, que também ficou submersa no rio, dificultando ainda mais o trabalho de retirada do veículo.
— Trabalhamos com a hipótese do motorista ter passado mal e ter perdido o controle da direção, fazendo com que o veículo saísse da pista, caísse no rio e ficasse submerso a cerca de cinco metros de profundidade. Identificamos também que havia carga de óleo lubrificante na caminhonete, o que reforça a possibilidade de se tratar de um veículo de entrega — explicou o delegado Antonio Furtado, titular da 94ª delegacia de polícia de Piraí.
Equipes do Corpo de Bombeiros realizaram o resgate do corpo, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde serão realizados exames para determinar a causa exata da morte. A Polícia Civil segue com a investigação para esclarecer as circunstâncias do acidente.
— O cadáver do motorista, resgatado por um mergulhador do Corpo de Bombeiros, já foi encaminhado ao IML para a autópsia. Determinei também a realização de perícia técnica de local. Neste momento, todas as informações estão sendo reunidas, incluindo análise das condições da via e demais elementos que possam ter contribuído para o ocorrido. Nosso compromisso é esclarecer as causas do acidente — detalhou o delegado Antonio Furtado.
A carga de óleo lubrificante transportada pelo veículo permanece submersa no fundo do rio, junto com a caminhonete, o que exige uma operação mais complexa para retirada. Por conta da profundidade e das condições do local, a remoção não pode ser feita de forma manual, sendo necessária a utilização de equipamentos específicos e apoio técnico especializado para garantir segurança e evitar danos ambientais.
— A retirada dessa carga e do veículo não é simples e provavelmente exigirá o uso de guindaste. Como o veículo é registrado em Guaratinguetá, em São Paulo, há a possibilidade de o motorista ser daquele estado, mas essa confirmação só será feita após a identificação formal do falecido — concluiu o delegado Antonio Furtado.


