A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quarta-feira (15), um homem investigado pelo assassinato da namorada, Bianca da Silva Ribeiro. Segundo as investigações, a vítima foi morta no Rio de Janeiro e teve o corpo levado e enterrado em uma área de fazenda no município de Miguel Pereira, no Sul Fluminense.
A prisão foi realizada no bairro Barão de Javary, em Miguel Pereira, durante uma ação da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), com apoio de agentes da delegacia local.
QUER RECEBER AS NOTÍCIAS DA REGIÃO EM TEMPO REAL? ACESSE NOSSO CANAL NO WHATSAPP CLICANDO AQUI
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito reagiu à abordagem e entrou em luta corporal com um policial, chegando a tentar tomar a arma do agente. Durante a ação, um disparo atingiu a perna do investigado. Ele recebeu atendimento médico e permanece internado sob escolta policial.
As investigações tiveram início após o desaparecimento de Bianca, registrado no dia 6 de julho. Os policiais refizeram os últimos passos da vítima e identificaram que ela esteve com o companheiro na região da Pedra do Sal, no Centro do Rio de Janeiro. Depois, o casal seguiu para uma hospedagem na Rua do Ouvidor.
Imagens de câmeras de segurança analisadas pela equipe mostram o suspeito deixando o local sozinho e, posteriormente, transportando o corpo da vítima até um veículo. Com base nas evidências reunidas, os investigadores concluíram que ele seguiu em direção a Miguel Pereira.
Ainda conforme a Polícia Civil, o homem tentou despistar as investigações ao enviar a uma conhecida uma fotografia de Bianca em uma área de mata, afirmando que estava procurando por ela e que desconhecia seu paradeiro.
Na última sexta-feira (10), um corpo feminino foi encontrado em uma região de mata próxima à divisa entre Miguel Pereira e Vassouras. Após os procedimentos de identificação, foi confirmado que se tratava de Bianca da Silva Ribeiro.
As apurações também indicam que, na manhã do desaparecimento da vítima, o suspeito esteve em uma fazenda na região, onde pediu emprestadas uma pá e uma enxada, alegando que utilizaria os equipamentos para realizar uma obra.
O caso continua sob investigação da Polícia Civil, que busca esclarecer todas as circunstâncias do crime e concluir o inquérito.



